| Fonte: Triathlete Europe |
No primeiro dia de 2013, Matt Fitzgerald, jornalista da Triathlete Europe, publicou um artigo citando a pesquisa desenvolvida pela diretora do Spaulding National Running Center - Spaulding Hospital Cambridge, Irene Davis, uma das pioneiras no estudo sobre aspectos biomecânicos da corrida.
Seu trabalho consiste no estímulo a mudanças específicas na mecânica da corrida que corrigem características associadas a elevados riscos de lesão.
O estudo utilizou acelerômetro em cada uma das pernas dos corredores para medir a aceleração tibial enquanto corriam na esteira.
A informação coletada pelos acelerômetros era transmitida para uma tela posicionada em frente aos corredores, permitindo que vissem um gráfico simples sobre o impacto de cada passada e baseado nos dados do gráfico, eram estimulados a buscar, livremente, um modo mais confortável possível para reduzir o impacto.
Todos os dez corredores conseguiram, cada um a seu modo. A partir daí foram oreintados a tentar manter esta nova forma de correr e após um mês retornaram para nova avaliação, resultado: todos reduziram dramaticamente o impacto durante suas passadas.
Davis acredita numa solução encontre você mesmo ao invés de sugerir, ela mesmo, as mudanças a serem feitas na biomecânica da corrida de cada um dos avaliados.
Como isso é possível? Simples, ouça o som das suas passadas e tente correr o mais silenciosamente possível de forma confortável.
Quer ler o artigo da revista na íntegra? Acesse aqui.
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