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14 de jan. de 2015

Treinando no Verão



A escolha do período do dia no qual você irá realizar seu treino é fundamental para sua performance. Existem indivíduos que se sentem mais à vontade exercitando-se pela manhã, outros à noite.

Com as altas temperaturas, o melhor é fugir dos períodos mais quentes e que hajam maior incidência de raios UV.

Nos climas mais secos, opte por realizar seus treinos próximo a faixa litorânea ou em uma área muito arborizada. Esses espaços acabam por manter o ar mais úmido e a temperatura mais amena, favorecendo o seu rendimento durante os treinos.

Nem sempre nossos horários disponíveis para prática de atividade física são compatíveis com os períodos mais favoráveis, nesse caso, opte por um treino indoor.

Em todo caso, hidrate-se antes, durante e após a atividade.

Bons treinos e divirta-se

6 de jan. de 2015

Internalização do gesto técnico



Um tema que sempre me fascinou enquanto estava na universidade era a biomecânica do movimento humano, ou seja, a física aplicada ao movimento. Alavancas, pontos de apoio e de aplicação da força. Mudanças sutis que contribuiam para melhora da eficiência do gesto motor.

Enquanto corredor, sempre me interessei em como tornar a corrida mais eficiente e por um bom tempo, acreditei que tenis melhores teriam uma participação significativa nisso.

Algumas lesões crônicas, me fizeram repensar o conceito e quando tive acesso a forma minimalista de correr, entendi que o equívoco não estava só nos tenis que usava, mas também na minha técnica.

Decidi mudar. Adquiri um novo par com um drop mais baixo com menos controle e estabilidade. Reduzi a distância, aumentei o pace e passei a relizar uma corrida mais consciente, adotando uma postura mais verticalizada e relaxada, usando o terço anterior do pé como ponto de contato durante a aterrisagem.

Durante 06 sessões de treino, corri apenas 6km a um pace de 5:15 sempre mantendo um estado de consciência técnica. Na quarta corrida de 6km, consegui obter meu melhor tempo total e na quinta o melhor pace em 1km, baixando dos 5 minutos.

A experiência já é conhecida, uma vez internalizado ou assimilado, o gesto passa a ser automatizado, acontece 'sem pensar'... Ainda estou longe disso, mas para que servem os treinos, se não, tornar-nos melhores.

Convido você a fazer o mesmo, a se exercitar de forma consciente.

Bons treinos e divirta-se!

20 de dez. de 2014

Corrida: tênis, pisada e escolhas

Fonte: Café com Amigas


A corrida é um esporte muito acessível e fácil de se praticar, mas, apesar de simples, requer algumas providências que devem ser tomadas antes de iniciar sua prática como todo e qualquer exercício físico, mas você sabe como você pisa enquanto corre? Existem três tipos de pisada: a pronada, a neutra e a supinada... Para saber como é a sua é necessário realizar uma teste chamado Baropodometria.

Fonte: Clínica Ethnos
A Baropodometria ou o comumente “Teste da Pisada” é um recurso de alta tecnologia usado na avaliação postural de atletas e pessoas comuns, praticantes de esportes ou não que tem como objetivo identificar as alterações adotadas pelo corpo através do contato dos pés que geram patologias de diferentes tipos, ortopédica, traumatológica e/ou posturais.

Com este exame pode-se avaliar a distribuição do peso corporal em pontos distintos dos pés na posição estática e durante a caminhada. Através de uma criteriosa avaliação postural, osteopática e baropodométrica, consegu-se identificar alterações no tipo de pisada e na distribuição do apoio plantar que podem resultar em queixas de dor e processos crônicos que vão de inflamações articulares, tendinopatias e até hérnias de disco.

Voltando a sua pisada.




A pisada pronada ou para ‘dentro’, acontece quando seu pé, assim que toca o chão, apóia-se no seu lado mais proximal (interno) e contorciona para dentro, utilizando o hálux – ‘dedão do pé’, para ganhar impulso.

Já a pisada neutra é quando seu pé toca o chão apoiando o lado distal (externo) e movendo-se levemente para dentro, seguindo em linha reta até a elevação do hálux, no movimento final de impulsão.

Finalmente, na pisada supinada ou para ‘fora’, seu pé toca o chão no lado distal do calcanhar e continua o movimento usando o lado mais externo, ganhando impulso no quinto pododáctilo, vulgo ‘dedinho’.

Embora existam vários modelos de tênis de corrida indicados para o nível de flexibilidade do seu arco plantar, cada tipo de pisada, de treino ou de prova, antes de escolher o seu permita-me antes esclarecer o assunto.

O pé humano é uma perfeita máquina para correr. Após a década de 70, com o surgimento dos novos calçados de corrida com amortecimento e estabilização, deixamos de exercitá-lo da maneira adqueada o que acabou por ocasionar a perda de sua flexibilidade e da força de sua musculatura.

Isso nos leva a refletir se seria o mais correto adquirir um par de tênis de acordo com a sua pisada, ou se o melhor seria fortalecê-los, dando maior atenção a técnica da sua corrida e adquirindo um modelo neutro, de baixo amortecimento.

Tendo alguma dúvida, entre em contato conosco.

Bons treinos e divirta-se.

16 de dez. de 2014

Free running

Fonte: vivobarefoot.com


O free running tem como premissa o gosto de correr por correr, buscando a forma mais natural dos movimentos.

Nessa filosofia de treinamento, não existem 'guerreiros', 'batalhas', 'viciados' e outros substantivos e/ou adjetivos que exaltam uma exacerbada falta de controle emocional para superar os 'obstáculos' que surgem a nossa frente a qualquer custo. No free running tudo tem uma lógica, uma razão.

Um free runner é uma pessoa comum, como eu e você, que utiliza a orientação profissional, o planejamento e a organização do treinamento para atingir seus objetivos, independente de quais sejam eles, observando os sinais do seu corpo a cada sessão de treino, respeitando-o.

O free running exalta os treinos em lugares onde a natureza seja predominante, em horários nos quais o clima seja menos agressivo e dá grande atenção ao gesto, a técnica da corrida, a postura do corredor, a musculatura intrínseca e extrínseca do pé - tornado-o mais flexível e forte, e a variação de terreno.

Para um free runner correr não pode ser sacrificante, deve ser divertido mesmo quando for intenso. Quando atinge um objetivo, ele sabe o tanto de dedicação dada e que tal fato fechou o ciclo de mais uma etapa da sua vida na corrida.

Participar de uma prova ou evento, é uma decisão sua, com um propósito só seu e está dentro do planejamento e da organização do treinamento. Treinamento esse que segue a risca, mesmo que tenha que reduzir a distância ou pace para corrigir eventuais desvios posturais ou técnicos.

No free running o seu bem-estar está sempre em primeiro lugar.









28 de out. de 2014

TAB UOL: Corrida de Rua

Fonte: TAB UOL

Excelente matéria realizada pela jornalista Juliana Carpanez para o TAB UOL.

Com depoimentos de praticantes e especialistas, a jornalista aborda o tema 'corrida de rua' dando ênfase ao crescimento do número de praticantes e suas razões para calçarem o tênis, vestuário, equipamento e acessórios.

Detalhe para o teste 'Que tipo de corredor você é?'

Vale a pena a leitura.

Lembre-se, tenha sempre a orientação de um profissional de Educação Física.

Bons treinos e divirta-se!


24 de set. de 2014

Treino de corrida: o som da sua passada...

Fonte: Triathlete Europe

No primeiro dia de 2013, Matt Fitzgerald, jornalista da Triathlete Europe, publicou um artigo citando a pesquisa desenvolvida pela diretora do Spaulding National Running Center - Spaulding Hospital Cambridge, Irene Davis, uma das pioneiras no estudo sobre aspectos biomecânicos da corrida.

Seu trabalho consiste no estímulo a mudanças específicas na mecânica da corrida que corrigem características associadas a elevados riscos de lesão.

O estudo utilizou acelerômetro em cada uma das pernas dos corredores para medir a aceleração tibial enquanto corriam na esteira. 

A informação coletada pelos acelerômetros era transmitida para uma tela posicionada em frente aos corredores, permitindo que vissem um gráfico simples sobre o impacto de cada passada e baseado nos dados do gráfico, eram estimulados a buscar, livremente, um modo mais confortável possível para reduzir o impacto.

Todos os dez corredores conseguiram, cada um a seu modo. A partir daí foram oreintados a tentar manter esta nova forma de correr e após um mês retornaram para nova avaliação, resultado: todos reduziram dramaticamente o impacto durante suas passadas.

Davis acredita numa solução encontre você mesmo ao invés de sugerir, ela mesmo, as mudanças a serem feitas na biomecânica da corrida de cada um dos avaliados.

Como isso é possível? Simples, ouça o som das suas passadas e tente correr o mais silenciosamente possível de forma confortável.

Quer ler o artigo da revista na íntegra? Acesse aqui.

13 de ago. de 2014

Qualidade de vida em bem-estar


A busca pela melhora da qualidade de vida e do bem-estar envolve três fatores: físico, mental e emocional.

Não devemos temer nosso médico. Exames e avaliações clínicas somados ao check-up bucal devem fazer parte de nossa rotina anual e a medida que envelhecemos esta bateria tende a crescer em número.

Quando associados, uma dieta rica e equilibrada e a prática de exercícios físicos regularmente, respeitando-se o princípio da individualidade biológica e sob a orientação de profissionais especializados elevam nosso padrão de bem-estar.

Assim como nosso corpo, nosso cérebro também precisa ser exercitado através de jogos mentais e práticas fora do nosso cotidiano.

Nossa mente deve ser estimulada a agir tanto de modo divergente quanto convergente, trabalhando a criatividade e o racioncínio lógico.

Por fim, devemos nos manter emocionalmente equilibrados para lidar com o estresse decorrente de nossas atividades diárias, seja ele positivo ou não.

Expor nossas emoções de modo criativo através de intervenções artísticas, lúdicas, esportivas... Sermos capazes de baixar a guarda, nossos muros e barreiras, lbertando-nos daquilo que mais nos aprisiona do que protege.

Check-up clínico, exercícios físicos, dieta rica e variada, jogos mentais, equlíbrio emocional nos permitirão atingir um novo patamar de qualidade de vida e bem-estar.

Se daí vamos viver mais eu não sei. Mas que viveremos melhor, viveremos.

Tudo tem um início, não importa quando


Tanto quanto tomar banho e escovar os dentes, uma equilibrada dieta alimentar e a prática de exercícios devem entrar para o nosso cotidiano.

Após a liberação médica para exercícios físicos, o próximo passo é escolher qual a atividade voce se sente mais a vontade.

Escolhida a atividade, certifique-se de obter uma orientação de um profissional de Educação Física habilitado.

Lembre-se que suas metas devem ser reais e possíveis de serem alcançadas.

Para alguns será a perda de peso, para outros o aumento da mobilidade, não importa...

O mais importante é se divertir durante todo o processo.